quinta-feira, maio 10, 2007
domingo, abril 08, 2007
Mais uma vez...

tocaste na ferida, ao de leve, mas o suficiente para que a dor voltasse
não percebo porque insistes em voltar, à minha memória, às minhas emoções, ao meu caminho
podias simplesmente devolver-me o que é meu, e esquecer que eu existo
porque eu tento, tento esquecer-te, mas tu insistes
voltas
regressas
apareces
estás lá
e eu com toda a minha energia, procuro não sentir nada
às vezes consegues mesmo magoar-me, como só tu sabes fazer
sábado, abril 07, 2007
já dizia o velho Euclides
sábado, março 31, 2007
in God's hands by Nelly Furtado
I looked at your face I saw that all the love had died
I saw that we had forgotten to take the time
I, I saw that you couldn't care less about what you do
Couldn't care less about the lies
You couldn't find the time to cry
We forgot about love
We forgot about faith
We forgot about trust
We forgot about us
Now our love's floating out the window
Our love's floating out the back door
Our love's floating up in the sky in heaven
Where it began back in God's hands
You said that you had said all that you had to say
You said baby it's the end of the day
And we gave a lot but it wasn't enough
We got so tired that we just gave up
We didn't respect it
We went and neglected it
We didn't deserve it
But I never expected this
Our love floated out the window
Our love floated out the back door
Our love floated up in the sky to heaven
It's part of a plan
It's back in God's hands
Back in God's hands
It didn't last
It's a thing of the past
Oh we didn't understand
Just what we had
Oh I want it back
Just what we had
Oh I want it back
Oh just what we had
I saw that we had forgotten to take the time
I, I saw that you couldn't care less about what you do
Couldn't care less about the lies
You couldn't find the time to cry
We forgot about love
We forgot about faith
We forgot about trust
We forgot about us
Now our love's floating out the window
Our love's floating out the back door
Our love's floating up in the sky in heaven
Where it began back in God's hands
You said that you had said all that you had to say
You said baby it's the end of the day
And we gave a lot but it wasn't enough
We got so tired that we just gave up
We didn't respect it
We went and neglected it
We didn't deserve it
But I never expected this
Our love floated out the window
Our love floated out the back door
Our love floated up in the sky to heaven
It's part of a plan
It's back in God's hands
Back in God's hands
It didn't last
It's a thing of the past
Oh we didn't understand
Just what we had
Oh I want it back
Just what we had
Oh I want it back
Oh just what we had
sexta-feira, março 23, 2007
and she (yeah ME) scores
amigo de canela: então, e a LL?
canela: LL? traduz, que sou loira
amigo de canela: a Love Life? Tu e o Xô Guarda?
canela: ahhhhh pois! autuei-o, por excesso de cobardia e comodismo
canela: LL? traduz, que sou loira
amigo de canela: a Love Life? Tu e o Xô Guarda?
canela: ahhhhh pois! autuei-o, por excesso de cobardia e comodismo
domingo, março 18, 2007
sábado, março 03, 2007
amo-te
é uma palavra linda de se dizer
pensar que foste a pessoa com quem sempre sonhei
com quem a minha alma regozijava e encontrava amparo
(estou a escrever no passado, repararam?)
o meu olhar vibrava só de te avistar, nem que fosse ao longe
ficava sem jeito e o coração batia mais rápido
e eu sei que sentias o mesmo
mas estar e viver, lado a lado, acompanhando, estando presente... não te é possível
assim, digo
AMO-TE
mas não posso, não quero, não preciso, não vou estar contigo
pensar que foste a pessoa com quem sempre sonhei
com quem a minha alma regozijava e encontrava amparo
(estou a escrever no passado, repararam?)
o meu olhar vibrava só de te avistar, nem que fosse ao longe
ficava sem jeito e o coração batia mais rápido
e eu sei que sentias o mesmo
mas estar e viver, lado a lado, acompanhando, estando presente... não te é possível
assim, digo
AMO-TE
mas não posso, não quero, não preciso, não vou estar contigo
terça-feira, fevereiro 27, 2007
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
come to an end
Funny how people tend to reject their feelings just to quickly forget someone who was special, someone we thought she was the one. But when we less expect that someone comes to our memory, just like a ghost haunting us. And that ghost brings a feeling of emptyness. The more quickly I try to forget you, the more often I remember you....
domingo, fevereiro 18, 2007
sábado, fevereiro 17, 2007
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
Tell me lies... Tell me sweet little lies

Although I'm not making plans
I hope that you understand theres a reason why
Close your, close your, close your eyes
No more broken hearts
Were better off apart lets give it a try
Tell me, tell me, tell me lies
Tell me lies
Tell me sweet little lies
(tell me lies, tell me, tell me lies)
Oh, no, no you cant disguise
(you cant disguise, no you cant disguise)
Tell me lies
Tell me sweet little lies
Fleetwood Mac
Preciso de uma boa mentira...
Daquelas que me deixem os olhos a brilhar e me arranquem da realidade por completo. Nem que seja por um dia...uma tarde... umas horas...
Depois, volto... desfeita... porque vivi apenas mentiras...
Mas preciso de viver uns momentos assim, ouvir uma boca a dizer-me que tem saudades de me ter nos braços, e que me abraça por completo... num abraço que vai do corpo á alma...
profundo, sentido...
Já não me bastam os abraços amigos ou o abraço sincero e sentido da mãe...
Preciso de um abraço cheio de fogo, com aromas e sabores... um abraço de desejo...
Ainda que falso...
domingo, fevereiro 04, 2007
sábado, fevereiro 03, 2007
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
quarta-feira, janeiro 31, 2007
D de Distância

agora que estás mesmo longe...
geograficamente longe de mim
será que assim vou conseguir sossegar?
estou imensamente triste porque aquele que tanto me tem feito sofrer está longe... deveria estar alegre, porque talvez assim consiga desligar
mas as saudades já apertam
porque no fundo és muito importante para mim
desde o primeiro momento o foste
terça-feira, janeiro 30, 2007
o teu dicionário...
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Sonho

Tive hoje um sonho muito esquisito...Esperava pela minha essência no aeroporto..andava por lá à espera dele e ele nunca mais chegava! Andava de um lado para o outro, só corredores e mais corredores, muitas pessoas, gente a "granel"...!
Até que do nada, apareceu uma outra essência, costumo dizer que tem cheiro de bébé!
-"Estou tão triste, decepcionado...mais uma decepção de amor!"
E abraçou-me, feliz por me ver...!
E o outro não havia maneira de chegar....Nem sei se chegou....!
Como se usa alguém
Ponto 1) Usamos, e depois largamos como se fosse um trapo velho
Ponto 2) Apenas entramos em contacto com a pessoa quando já não aguentamos mais, depois desaparecemos do mapa e não deixamos rasto
Ponto 3) Aparecemos junto da pessoa, não damos justificação pelos dias de silêncio, e fazemos cara de "da-te por satisfeita por EU estar agora aqui..."
Ponto 4) ...
Ponto 2) Apenas entramos em contacto com a pessoa quando já não aguentamos mais, depois desaparecemos do mapa e não deixamos rasto
Ponto 3) Aparecemos junto da pessoa, não damos justificação pelos dias de silêncio, e fazemos cara de "da-te por satisfeita por EU estar agora aqui..."
Ponto 4) ...
domingo, janeiro 21, 2007
s-i-l-e-n-c-i-o
eu: é mais fácil o silêncio quando confrontados com a verdade...
ele permaneceu em silêncio, claro...
ele permaneceu em silêncio, claro...
sábado, janeiro 20, 2007
e depois é assim...
terça-feira, janeiro 16, 2007

-Meu corpo, que mais receias?
-Receio quem não escolhi.
-Na treva que as mãos repelem
os corpos crescem trementes.
Ao toque leve e ligeiro
O corpo torna-se inteiro,
Todos os outros ausentes.
Os olhos no vago
Das luzes brandas e alheias;
Joelhos, dentes e dedos
Se cravam por sobre os medos...
Meu corpo, que mais receias?
-Receio quem não escolhi,
quem pela escolha afastei.
De longe, os corpos que vi
Me lembram quantos perdi
Por este outro que terei.
Jorge de Sena
-Receio quem não escolhi.
-Na treva que as mãos repelem
os corpos crescem trementes.
Ao toque leve e ligeiro
O corpo torna-se inteiro,
Todos os outros ausentes.
Os olhos no vago
Das luzes brandas e alheias;
Joelhos, dentes e dedos
Se cravam por sobre os medos...
Meu corpo, que mais receias?
-Receio quem não escolhi,
quem pela escolha afastei.
De longe, os corpos que vi
Me lembram quantos perdi
Por este outro que terei.
Jorge de Sena
domingo, janeiro 14, 2007
sexta-feira, janeiro 12, 2007
Why?
Stealing moments just to be with you
Though its wrong its hard to tell the truth
But she don't have to know
She don't have to know
...
quarta-feira, janeiro 10, 2007
Como nem tudo é mau...
Uma das músicas que marcam uma parte da nossa "relação"...Um dia, depois de termos estado a noite toda juntos, ele disse-me para eu decorar a letra e cantar ao ouvido dele...!
Já decorei a letra :)
terça-feira, janeiro 09, 2007
Chega-se sempre à mesma conclusão
Se não te posso ter não quero mais ninguém.Não quero começar de novo com outro alguém, não quero descobrir outro corpo, não quero partilhar mais nada com mais ninguém, não quero sentir outros odores, não quero arrumar a gaveta, não quero levantar a âncora, não quero mais ninguém!
Não quero mais ninguém...só te quero a ti....!
Gengibre... Sabor que provoca.
Só por si provoca estranheza e curiosidade, podemos dizer que não gostamos, que é demasiado diferente e não estamos habituados. Tem algo de picante... A principio não sabemos se adoramos ou odiamos... mas uma coisa é certa não nos esquecemos do seu gosto.
E sempre que podemos experimentamos mais um pouco para tentar saber se afinal o odiamos ou amamos, aquele "sabor" fora do comum...
Queima...? Vicia...? Entranha-se?
Já nem sei se estava a escrever sobre o Gengibre ou sobre o... Amor... Proibido!
segunda-feira, janeiro 08, 2007
procuro à noite... um sinal de ti
Desespero porque o telefone não toca, não avisa que há sms. Desespero porque nada sei de ti, e por isso nada te digo de mim. Construo a imagem de uma mulher que sabe o que quer, que decidiu pôr tudo de lado e libertar-se de um sentimento que de libertador nada tem.
Mas basta o telefone tocar... basta saber de ti.... que todo o meu ser estremece. E aquela música que toca no rádio, ali mesmo ao lado... as recordações...
Mas basta o telefone tocar... basta saber de ti.... que todo o meu ser estremece. E aquela música que toca no rádio, ali mesmo ao lado... as recordações...
domingo, janeiro 07, 2007
porque é que estás fria para comigo?

canela: porque não sei o que queres de mim, o que esperas de mim... eu de ti já não espero nada
ele: mas sabes bem o que espero de ti, o que quero...
canela: pois sei... queres que fique sossegada, qual livro que espera na prateleira por alguém para o ler... algo sempre garantido, sempre por perto... e não me digas que queres estar comigo, porque vontade para estar contigo tenho eu a montes... mas...

"Quando é que eu te vejo?"
....
Começa quase sempre assim... Eis que ele me lança algumas migalhas, ou algumas tirinhas de côco, e eu abro logo a porta! Coração aos pulos, mãos suadas, frio na barriga, indecisão no que vou vestir....
Porque é que eu me contento com estes restos?
Porque é que eu não consigo exigir o côco inteiro?....
Porque é que ele não tem coragem para assumir o que sente por mim...?
quarta-feira, janeiro 03, 2007
três essências ou três histórias... essenciais
Somos mulheres. Mulheres que trabalham, que riem com os amigos, que choram nos filmes, que não passam sem um chá quentinho e que partilham em comum uma história cuja(s) essência(s) resolveram partilhar.
É uma das histórias da nossa vida. Esta de estarmos «presas» a homens (essenciais ou acessórios?)... de termos «gavetas» por fechar (e não conseguirmos deitar fora a chave)... de encontrarmos abrigo em quem se vem abrigar em nós e desaparece quando a tempestade já vai longe.
Essencialmente queremos exorcizar este sentimento essencial de sermos a essência-acessória de quem insiste em estar ausente de forma tão presente.
É uma das histórias da nossa vida. Esta de estarmos «presas» a homens (essenciais ou acessórios?)... de termos «gavetas» por fechar (e não conseguirmos deitar fora a chave)... de encontrarmos abrigo em quem se vem abrigar em nós e desaparece quando a tempestade já vai longe.
Essencialmente queremos exorcizar este sentimento essencial de sermos a essência-acessória de quem insiste em estar ausente de forma tão presente.
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