Somos mulheres. Mulheres que trabalham, que riem com os amigos, que choram nos filmes, que não passam sem um chá quentinho e que partilham em comum uma história cuja(s) essência(s) resolveram partilhar.
É uma das histórias da nossa vida. Esta de estarmos «presas» a homens (essenciais ou acessórios?)... de termos «gavetas» por fechar (e não conseguirmos deitar fora a chave)... de encontrarmos abrigo em quem se vem abrigar em nós e desaparece quando a tempestade já vai longe.
Essencialmente queremos exorcizar este sentimento essencial de sermos a essência-acessória de quem insiste em estar ausente de forma tão presente.
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